8 de novembro de 2011

Onde é fabricada sua bicicleta de corrida?


 

As fábricas de bicicletas mantém alguns de seus segredos guardados a sete chaves. Um dos segredos “mais secretos” é o local de produção das suas bicicletas.
Pra começar, como definir se a bicicleta é “Made in USA”, “Made in Italy” ou “Made in Taiwan”? A regra de ouro da indústria de bicicletas é que o país de origem deve agregar 60% do valor do produto final.
Pois bem, é possível comprar uma bicicleta com quadro de fibra de carbono e componentes Shimano por algo em torno de R$ 8.000,00 aqui no Brasil. A “alma” dessa bicicleta (ou melhor dizendo, o quadro) pode ser comprado na China por US$ 200,00 (sem pintura e adesivos). No Brasil vamos adesivar, pintar, envernizar e colocar as demais peças. Pronto, não é difícil deduzir os valores das rodas, relação,  freios, cockpit, etc, e então essa bicicleta será “Made in Brazil”. Fazendo essa mesma montagem no país de origem do quadro, ela seria “Made in China”. Complicado não é?
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos concluíu que em torno de 95% das bicicletas comercializadas lá são feitas na China ou em Taiwan (principalmente na Giant, a maior fábrica delas). Como o nosso mercado não é diferente, é possível afirmar que estamos na mesma situação.
Com essas informações em mente, consegui uma relação de algumas marcas famosas vendidas nos EUA e sua história. Concluí que as minhas duas bicicletas são feitas em Taiwan pela Giant, embora não sejam Giant.
BIANCHI - Biachi e Schwinn tem histórias semelhantes: são empresas seculares, familiares, fabricantes de suas próprias bicicletas, além de terem sido muito populares nos seus respectivos países. Vieram tempos difíceis e foram vendidas, transferindo a totalidade de sua produção para a Ásia.
Em 1996 a Bianchi foi vendida a um conglomerado sueco (conhecido como Cycleurope) até ser transformada na Pacific, em 2001 e sob a Cycleurope, detém o nome de 11 marcas diferentes de bicicletas.
As bicicletas “Made in Italy” da Bianchi são uma fonte de confusão. Muitas das bicicletas RC (Reparto Corse) tem adesivos “Made in Italy”. Os quadros de Carbono RC são feitos pela Advanced International Multitech (um fabricante de Taiwan de peças de carbono de bicicletas, beisebol, golfe, flechas, varas de pescar, etc), e os de alumínio são feitos pela Taiwan Hodaka.
Alguns quadros ainda são soldados em Treviglio (casa originária da Bianchi). Possivelmente as juntas de alumínio de alguns quadros de carbono são soldados, ou pelo menos, colados lá também.
No passado os quadros da Bianchi já foram produzidos pela Giant, em Taiwan.
CANNONDALE - A fábrica que era propriedade do fundador e de seu filho, Joe Montgomery Scott é agora propriedade de fundos de investimento, após ter enfrentado problemas financeiros.
De acordo com a Bicycle Retailer and Industry News de junho de 2007 a manufatura dos quadros Cannondale é feita em Taiwan - provavelmente pela empresa Fritz-jou. Outros são soldados e pintados em Taiwan e em seguida enviados para os EUA para a montagem final.
Em fevereiro de 2008 a Dorel Industries anunciou a aquisição da Cannondale. Essa empresa já havia comprado a Pacific (Schwinn, Mongoose e GT) da Cycleurope em 2004. Então a Dorel detêm a Cannodale, a Schiwnn, Mongoose e GT) 
CERVÉLO - Empresa canadense. As bicicletas são fabricadas na Ásia e montadas no Canadá. Simples assim.
COLNAGO (Italiana de sangue) - Em 1944 quando Ernesto Colnago trabalhou como aprendiz, aos 12 anos de idade, na loja de Dante Fumagalli ele não imaginava que se tornaria o mais famoso de todos os construtores italianos de quadros.
A Colnago é talvez o mais cobiçado de todos os quadros entre os profissionais. Basta olhar os sites especializados para ver quantas Colnagos aparecem nas provas.
Os quadros são feitos a mão na Itália, com exceção de três modelos de entrada feitos em alumínio, possivelmente pela Giant e do carbono CLS que também é feito em Taiwan.

DE ROSA (Puramente Italiana) - É uma empresa italiana (uma das “três grandes: Colnago, De Rosa e Pinarello). Ugo de Rosa, juntamente com seus filhos constroem bicicletas há mais de 50 anos, todas elas na Itália.
GARY FISCHER - Gary Fischer é o padrinho das MTB. Depois de lutar com sua própria empresa, vendeu a marca para a Trek Company. Ele continua envolvido na concepção e comercialização da marca, além de ser uma figura popular em eventos da indústria de bicicletas. Suas bicicletas são feitas na Ásia.
FUJI - Agora é propriedade da Ideal, que é um dos principais fabricantes de Taiwan, juntamente com a Giant e a Merida.
GIANT - Você pode estar andando ou já ter andado numa bicicleta da Giant sem saber! A GIANT é a maior fábrica de bicicletas do mundo, com fábricas em Taiwan, China e Europa. A Giant é uma empresa de Taiwan que foi fundada em 1972 fabricando suas próprias bicicletas, incluindo as de carbono. Além de suas próprias bicicletas, a Giant produz sob encomenda quadros para a Trek, Specialized, Schiwnn e Bianchi. A alegação dessas marcas é que a Giant tem as mais sofisticadas e eficientes instalações de produção.
Além da sua própria fábrica, a Giant detém o controle de 30% da Hodaka Taiwan.
KONA - Empresa californiana com toda a produção na Ásia. A Kona foi fundada em 1988, muito pequena, depende totalmente da produção desses países, principalmente da Hodaka
LEMOND - Inicialmente suas bicicletas foram feitas por Roberto Bilatto, na Itália e distribuídos pela extinta Ten Speed Drive Import (os quadros feitos por Bilatto são disputados a tapa por colecionadores).
Após uma tentativa de ter uma companhia independente, LeMond licenciou sua marca para a Trek e seus quadros são produzidos na Ásia, exceto o carbono, que é feito em Wisconsin.
LITESPEED - A partir dos anos 80 a Litespeed foi a pioneira nos quadros de titânio. Foi por um período de tempo a maior fabricante de bicicletas de alto nível do mundo. Todas as bicicletas, incluindo a marca Merlin são feitas por eles próprios no Tennessee.  A Quintana Roo também é propriedade da Litespeed, mas é feita na Ásia.
Conforme a reputação cresceu, passaram a construir quadros para outras marcas como DeRosa, Merckx, Tommassini, Basso, Univega, Alpinestars, Marin e Rocky Mountain.
MASI - Faliero Masi foi o “avô” de todos os construtores italianos de quadros, servindo como fonte de inspiração para outros construtores famosos como Ernesto Colnago. Faliero vendeu sua empresa para os americanos no início dos anos 70. Desde então, a marca teve vários proprietários, incluindo a Schwinn. Atualmente a marca MASI é propriedade da Haro (empresa californiana especializada em BMX) e suas bicicletas são construídas na Ásia. Essas bicicletas em alguns lugares do mundo são comercializadas sob a marca MILANO.
ORBEA - Um dos dois grandes fabricantes espanhóis de bicicleta. Os quadros top são produzidos nos países da Ásia e acabados (pintados) na Espanha. A Orbea faz todo o design de suas bicicletas, engenharia e prototipagem. Constrói seus próprios moldes e produz muitos protótipos antes de entregar o grosso da produção para os chineses.
PINARELLO (Velho fabricante) - Tem produzido bicicletas de alto nível desde os anos 50. Alguns quadros são feitos agora em Taiwan, como o Galileo (alumínio). Embora não se consiga confirmar, provavelmente a linha de carbono é feita na Ásia e enviados para a Itália para pintura e montagem.
RALEIGH - Há alguns anos a gestão é feita através dos proprietários americanos, sediados em Kent, Washington. A produção toda vem da Ásia, sendo seus principais fornecedores a Kinesis e A-Pro.
SCHWINN - Foi durante muitos anos a maior marca americana. Todas as bicicletas eram produzidas nos EUA até o final dos anos 80.
Em 1985, após duas falências, a Schwinn foi comprada pela Pacific, que também é proprietária da GT, Mongoose e da Pacific (além de outras), e a sede da empresa está sediada em Madison, Wisconsin.
Sob o domínio da Pacific, a Schwinn está retornado ao mercado, pois a Pacific vende mais do que qualquer outra marca nos EUA (mas no entanto, inclui-se nas vendas outras marcas vendidas em mercados como Walmart, Target, etc - seria as nossas “Houston” e “Sundown”). Todas as bicicletas Schwinn são produzidas pela Giant, na Ásia.
SCOTT - A Scott começou em Sun Valley, Idaho, quando Ed Scott desenvolveu o primeiro esqui de alumínio, em 1958. Na década de 80, a Scott desenvolveu uma linha de bicicletas.
A Scott retirou-se do mercado americano, centralizando-se na Europa, onde é a sua sede.
Depois de uma ausência de vários anos, a Scott voltou ao mercado americano, sob a direção de Scott Montgomery Cannondale. Apesar da empresa ser suíça, a produção é asiática, principalmente da Hodaka e Giant.
SPECIALIZED - Fundada em 1974 por Mike Sinyard tem reputação de ser líder na concepção e comercialização de bicicletas.
Anos atrás, a Merida (um fabricante de Taiwan) comprou uma parte substancial da Specialized e, embora ainda sediada na Califórnia sob a liderança do seu fundador, todas as bicicletas são feitas na Ásia, pela Merida, Ideal e Giant.
TIME - A Time produz um dos mais avançados quadros de carbono do mundo. Sua produção é artesanal e toda feita na França, mesmo nos quadros mais básicos.
TREK - A maior marca americana de bicicletas começou numa fazenda em 1976 com Dick Burke e um investimento de US$ 25.000,00 e só em 1980 construiu sua primeira fábrica em Wisconsin.
Depois de fazer suas bicicletas por muitos anos nos EUA, a Trek moveu a produção dos quadros de entrada e de nível médio para a Ásia.
Em 1992 introduziu o seu processo proprietário de processo de quadros de carbono chamado de (OCLV - Optimum Compaction Low Void) que até hoje é usado na sua linha, sendo que toda a produção (de estrada e MTB) ainda é feita em Waterloo, Wisconsin. A produção da linha de Carbono 5000 é feita na Ásia.
É a segunda maior marca de bicicletas do mundo, atrás da Giant (considerando apenas as marcas vendidas exclusivamente em lojas de bicicleta) e possui as licenças da Gary Fischer, LeMond, Klein e Bontrager.




Quadros Trek sendo montados na fábrica Giant!

6ª etapa do Campeonato Goiano de Ciclismo 2011


Por Paulo Octávio Tassinari

Vem aí a 6ª e última etapa do Campeonato Goiano de Ciclismo 2011. Esta etapa irá realizar-se em Aragoiânia no dia 13 de Novembro (Domingo). Aragoiânia fica à aproximadamente 30 Km da Capital goiana. Mais uma vez, temos uma baixa recompensa financeira para os vencedores. Falta mais organização e seriedade pelos coordenadores, que, na 5ª etapa, não colocaram nem fiscais para orientar os caminhos que os ciclistas deveriam seguir ao adentrar as cidades. Cambada de incompetentes!


4 de novembro de 2011

Controlando a sensação da dor em treinos e competições


Um estudo recente publicado pela revista Psychological Science e realizado por Flávia Mancini, da University College London, mostrou que é possível diminuir a percepção de dor das pessoas. Mas como isto ocorre? Para um melhor entendimento, vamos exemplificar com duas situações.
A foto à direita ilustra um estudo sobre o membro-fantasma, desenvolvido pelo neurocientista Vilayanur S. Ramachandran, professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Graduação em Neurociência da Universidade da Califórnia. O membro-fantasma ocorre em pessoas que tiveram uma parte qualquer do corpo retirada, mas continuam sentindo-o como se ele estivesse ali. A sensação da presença do membro ou do órgão após a sua perda é descrita por quase todos os doentes que sofreram amputação e muitas vezes, vem associado a dor, que varia em intensidade e duração de caso para caso. Loucura, não? Como uma pessoa pode sentir um membro sem tê-lo? A resposta está no cérebro.
Baseado em relatos de pacientes com a manifestação do membro-fantasma, Vilayanur descobriu que é possível diminuir a dor utilizando um espelho. Através desta experiência, ele verificou que uma pessoa pode enganar o cérebro ao ver o reflexo do membro que não foi amputado. A foto acima ilustra bem a situação: o braço esquerdo da paciente foi retirado. Ao colocar o braço direito, que está normal, em frente ao espelho, a paciente passou a sentir menos dor. Com o reflexo no espelho, o cérebro da moça interpretou que o braço esquerdo estaria ali e sua percepção de dor amenizou.
A pesquisa realizada por Flávia Mancini utilizou o mesmo princípio de Vilayanur. Desta vez, a cientista utilizou a técnica para verificar o limite de resistência ao calor das pessoas submetidas a determinadas temperaturas. A experiência foi realizada em dois momentos; no primeiro, as mãos da moça (foto) foram colocadas lado a lado e separadas por um espelho. Sobre a mão direita, foi posto um bloco de madeira, cujo reflexo no espelho era observado pela moça. Enquanto isso, o braço esquerdo, que estava escondido atrás do espelho, recebia calor a determinadas intensidades. O resultado foi que a moça sentiu menos dor. A outra situação foi com um espelho côncavo, que aumentou o tamanho da mão. O resultado foi que a moça podia suportar 4 graus a mais. O que podemos concluir a partir dos estudos acima é que em relação a dor, nós podemos “enganar” o cérebro.
Então, caro atleta, se durante um treino você sentir dor, ou ainda estiver desmotivado e exausto, tente imaginar que você está bem. Se estiver na academia malhando e não conseguir mais acompanhar o ritmo do professor, tente ver alguém que está muito bem e imagine que aquela pessoa é você. Os estudos indicam que quanto maior for a nitidez da sua visualização em relação a você ou de outra pessoa realizando a atividade, maior será a facilidade de executar a tarefa. Assim também vale para a dor física e psicológica. O sucesso dos atletas de alto rendimento é que eles sempre procuram visualizar o melhor, buscando superar os limites da dor e a perfeição para atingir o sonho que sempre buscaram realizar.

3 de novembro de 2011

Irmãos Shleck


Frank Shleck

          O mais novo deles é também o mais talentoso, seu nome é Frank (Foto), ele tem 26 anos e seu currículo é invejável, o cara é simplesmente 3 vezes vice-campeão do Tour de France e uma vez vice-campeão do Giro, isso seria bom demais se não fosse as quatro letras que formam a palavra "vice".
          O vice geralmente não conquista o segundo lugar, mas sim perde o primeiro. Até o terceiro colocado fica mais feliz no pódio do que o segundo, mas para a temporada 2012 a coisa parece que vai ser um pouco diferente para os adversários dos Schleck´s.
          Frank e Andy, este o mais velho, estão se preparando no que eles chamaram de Operação Arco do Triunfo que como o próprio nome já diz, pretende levá-los à vitória no Tour de France, uma prova que contará com 96km de CRi, prova que os Schleck levam uma verdadeira "taca".
          O treinador dos irmãos, Josué Arán, explicou que a dupla treinava nos padrões antigos e acreditavam que este era o caminho da vitória. Os dois acreditavam também que contavam com talento natural suficiente para serem campeões do Tour, mas os anos tem mostrado que falta alguma coisa para eles alcançarem o lugar mais alto do pódio.
          "Eles têm uma qualidade tremenda, mas em questão de treinamento e preparação estão um pouco perdidos e trabalham em um modo antigo. O ciclismo tem mudado muito nos últimos anos e agora está muito difícil vencer porque os pequenos detalhes se tornaram importantes e até decisivos... eles tem tanta classe que acreditaram que não precisavam de mais nada..." Josué Arán.
          Arán afirmou que o treinamento envolverá ganho de potência e por consequência mais massa muscular. Os jovens terão um corpo mais forte e melhorarão também a estabilidade nas descidas. O objetivo é ter um corpo mais atlético, ao melhor estilo Lance Armstrong, mas não tão pesado como ele. Algo suficiente para fazer um contra relógio mais estável, de igual para igual com os melhores do mundo.
          Na nova equipe, Andy e Frank contarão com treinador Johan Bruyneel, um sujeito acostumado a vencer, o já mencionado preparador físico Josué Arán, outro preparador especialista e pesquisador de alto rendimento, Manuel Mateo, o osteopata Jesus Otero, que trabalha na equipe espanhola de ciclismo e outros especialistas tops.
          Parece que os brothers vão se tornar contra-relogistas/escaladores, assim como Contador que foi mais inteligente e não perdeu tantos anos dando "cabeçadas na parede" e logo correu atrás de melhorar seu CRi, atualmente Contador é um dos ciclistas mais temidos do mundo em grandes voltas.
          No Tour da California o pessoal da Leopard deu uma chegadinha até a Universidade de Stanford, local em que conheceram uma especialista em dietas que preparou uma fórmula protéica voltada para a recuperação muscular (pós competição). Mateo afirmou que todo o pelotão tomava, menos eles, mas agora eles também vão tomar. Estes são alguns dos pequenos detalhes mencionados acima e que passavam em branco, passavam...

                             
Irmãos Shleck
          Mas e se o Tony Martin começar a treinar subidas o suficiente para acompanhar esse caras montanha acima? Onde eles vão parar? O ciclismo a cada ano conta com especialistas que estudam a fundo um meio de fazer vencedores, de extrapolar os limites do corpo a fim de alcançar a vitória em um dia e no outro estar na ponta dos cascos novamente.

Você sabia que existem pessoas que estudam o ciclismo?

No próprio meio amador quem possui mais recursos financeiros investe em tratamentos alternativos para minimizar os detalhes. Seja através de um Bike Fit, da contratação de um treinador realmente preparado e especializado no ciclismo, de um nutricionista da área e preparadores físicos que entendam sobre a musculatura do ciclista para trabalhar dentro de uma academia e até mesmo de médicos especialistas em esporte que cuidam da parte hormonal... haja dinheiro!

Atualmente, ser ciclista não consiste apenas em subir na bicicleta e passar horas e mais horas fazendo força, esta escola está perdendo espaço e tem causado frustração aos que fazem parte dela e não entendem porque levam uma taca de quem treina menos horas por dia, mas treina com qualidade (os que tomam drogas ilícitas não merecem destaque aqui). Vale lembrar que alguns dos mais antigos que fizeram parte daquela escola, hoje estão lesionados e impedidos de praticar esporte.

Se pessoas estão estudando para melhorar a performance dos atletas, faça parte do grupo que utiliza os seus serviços, procure em sua cidade os especialistas na área, se até os Schleck que são filhos de um ciclista profissional precisaram fazer isso, imagine você que nasceu com uma bola de futebol ao lado do berço...
Andy Shleck
Se não tiver grana para pagar nem mesmo um treinador que passe planilhas, estude, leia, pesquise, google, youtube, biblioteca, faça amizade com quem entende, corra atrás e se não ser certo, vai ter que pagar! Senão amigo, vai se acostumando a "comer poeira" e a dormir de pernas para o alto...