16 de outubro de 2011

Resultados do Contra-Relógio no Pan 2011

por Emanuel Colombari, Direto de Guadalajara
A Colômbia reforçou neste domingo sua hegemonia nas provas de ciclismo dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Nas duas provas do dia, contra-relógio feminino e masculino, o país conquistou mais duas medalhas de ouro, com Maria Luisa Calle e Marlon Perez. Desta forma, somou três ouros em quatro provas de bicicletas.
A prova masculina contou com a participação do brasileiro Gregolry Panizo, que ficou com o 13º lugar ao completar as quatro voltas (40 km) no Circuito Pan-Americano de Ciclismo Contra-Relógio em 52'32". O ouro, com Marlon Perez, foi conquistado em 49'56", enquanto a prata foi para o argentino Matías Médici, que fez 50'00". Carlos Oyarzun, do Chile, completou o pódio: 50'27".
Em sua primeira volta, o brasileiro marcou o tempo de 12'57", afastado do então líder Gregori Brenes Ovando, da Costa Rica: 12'19". Mais tarde, o argentino Leandro Messineo marcou 12'16" e assumiu a ponta da competição.
Na segunda volta, Gregolry Panizo marcou 25'33" e foi alçado ao quinto lugar da competição. Na terceira volta, a marca chegou a 39'21". Na quarta, foi a 52'32", caindo para o então nono lugar dentre os 14 atletas inscritos na prova. Mais tarde, foi superado e caiu para o penúltimo posto da classificação oficial.
Após as quatro primeiras provas, o colombiano Marlon Perez estabeleceu a marca de 49'56", isolando-se na liderança e assegurando a medalha de ouro. Matías Médici, que foi prata também no Pan do Rio de Janeiro 2007, ficou com o segundo lugar.
Na versão feminina da prova, sem a participação de brasileiras, a medalha de ouro ficou com Maria Luisa Calle. A salvadorenha Evelyn García e a canadense Laura Brown completaram o pódio. No sábado, Hector Paez venceu o mountain bike cross country e deu o primeiro ouro ao ciclismo colombiano no Pan 2011.

10 de outubro de 2011

!Atenção para o Campeonato Goiano de Ciclismo!


Campeonato goiano de contra-relógio e estrada


CAMPEONATO GOIANO DE CONTRA-RELÓGIO E ESTRADA.

Será realizado no Autódromo Internacional Ayrton Senna em Goiânia dia 29 de Outubro as 13:00 horas (etapa do contra-relógio) e na Cidade de Inhumas, no dia 30 de Outubro às 08:30 (etapa de estrada).
INSCRIÇÕES:
ANTECIPADAS (ATÉ 24 DE OUTUBRO) VIA SITE WWW.SISTIME.COM.BR 

R$ 50,00 + 1 kg de alimento para Super Elite e Junior

R$ 40,00 + 1 kg de alimento para as demais categorias

  Dúvidas? ligue: (LEO: 3224-2817) ou (9160-6432)

  • ***Veja a quantidade de inscritos no link abaixo***

No dia do evento – SOMENTE NA PROVA DE ESTRADA SERÃO ACEITAS INSCRIÇÕES COM O VALOR ALTERADA PARA R$60,00 + 1 KG DE ALIMENTO


Clique para Ampliar
Lembramos que a largada para a categoria Super Elite e Sub-23 do ciclismo de Estrada será às 9h da manhã do dia 30 e terá um percurso de 125 Km de extensão

Refrigerante, um vilão em nossa dieta.



A idéia de tomar uma bebidinha refrescante pode até ser boa, mas a verdade é que uma vida longe de doenças é muito melhor. Por isso, cuidado é a palavra quando o assunto é refrigerante. Beber uma lata de refrigerante todo dia é o pré-requisito para desenvolver a chamada síndrome metabólica, uma disfunção que aumenta em 50% o risco de doenças cardiovasculares.

A síndrome metabólica causa uma série de problemas de saúde, como o aumento da circunferência abdominal, a diminuição dos níveis de bom colesterol (HDL-c) e a elevação da pressão arterial, por exemplo. É muito comum também estar associada a doenças como derrames, infartos e diabetes.

Um estudo que avaliou 6000 indivíduos com risco para a síndrome metabólica, concluiu após 4 anos de análise que 53% dos indivíduos que ingeriram uma ou mais latas de refrigerante ao dia desenvolveram a síndrome. E o mais interessante é que, segundo alguns pesquisadores, não importa se o refrigerante é normal, light ou diet.

Outros estudos apontam o risco de sobrepeso e obesidade em consumidores de refrigerante. Muitos nutricionistas apontam os refrigerantes como o maior mal na dieta de jovens e adultos e um dos principais responsáveis pela epidemia da obesidade. Isso porque os refrigerantes não passam de bebidas cheias de açúcar. O que significa que podem contribuir imensa e ativamente no desenvolvimento do diabetes.

O fato é que não faltam estudos falando a respeito do mal que os refrigerantes representam. E o pior: além de fazerem mal, não fazem qualquer bem. São ricos em corantes, conservantes, estabilizantes, flavorizantes e acidulantes. Tudo que uma alimentação saudável não precisa o refrigerante tem.

O açúcar presente nos refrigerantes é absorvido rapidamente pelo organismo, elevando a glicemia, ou seja, os níveis de glicose no sangue. A elevação da glicemia desencadeia a produção de insulina, o hormônio responsável pela entrada de glicose nas células. O processo provoca uma queda nos níveis de glicose sanguínea, levando o corpo a aumentar a concentração de grelina e outros hormônios capazes de induzir a fome. É assim que os refrigerantes causam ainda mais obesidade.

Uma curiosidade impressionante: cada copo de refrigerante tem mais ou menos nove colheres de chá de açúcar. E um dado alarmante: nos últimos 30 anos o consumo de refrigerantes subiu 400% no Brasil. Definitivamente os refrigerantes não andam rendendo notícias boas.

Fora a obesidade, os diabetes e as doenças cardiovasculares, o consumo frequente de refrigerantes também causa cáries, gastrite, osteoporose e níveis elevados de triglicérides. Beber refrigerante estimula a produção de gases, intensificando flatulências.