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Por Fernando Bittencourt
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| Ivan Basso (dir.) e Vincenzo Nibali (esq.) |
“Creio que na minha idade seja possível disputar o Giro e o Tour no mesmo ano, entrando forte para as duas provas, porém, não acho que seja viável vencer as duas. Nunca venci o Tour, mas uma terceira vitória no Giro seria uma conquista importantíssima para mim”.
Basso, que venceu o Giro em 2006 e 2010 e chegou a conquistar o vice-campeonato no Tour em 2005, um ano após ficar na terceira colocação, já foi confirmado por Roberto Amadio, diretor esportivo de seu time, como líder na grande volta italiana. O italiano, no entanto, participará do Giro com a função de trabalhar para seu companheiro de equipe Vincenzo Nibali, atleta escolhido para liderar a esquadra italiana em solo francês.
Amadio acredita que a Grand Bouclé seja uma prova com características mais favoráveis a Nibali. Vale lembrar também que existem algumas chegadas em descidas, o que favorece o estilo do italiano. “Teremos que chegar ao Tour com muita força, preparados e com a cabeça e as pernas bem descansadas. A prova propicia o sucesso de Nibali e possui um trajeto que beneficia ciclistas ousados. Se lembram do ataque protagonizado por ele e pelo Peter Sagan na Vuelta a España (quando o time atacou na descida durante a sexta etapa e colocou quatro ciclistas entre os cinco primeiros)? A Liquigas-Cannondale depositará sua confiança neles dois e Basso também trabalhará na prova para o sucesso de nosso time”, concluiu o dirigente.

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