- Multivitamínicos ou Polivitamínicos
Os multivitamínicos ou
polivitamínicos nada mais são do que qualquer conjunto preparado que
contenha mais de uma vitamina. Estes podem ser comercializados em
doses de injeção, em comprimidos (mais vendidos atualmente), em pó e em
tabletes. De sua composição fazem parte diversas vitaminas e, na maioria
dos casos, sais minerais. A fabricação destes é variada já que
atende diferentes segmentos de consumidores, separados pela faixa etária. Ao
suplementar a dieta com vitaminas e minerais adicionais, os multivitamínicos
podem ser uma ferramenta valiosa para aqueles com desbalanceamento na
dieta, ou que tenham necessidades nutricionais diferenciadas. Pessoas
com desequilíbrio alimentar podem incluir aquelas com dietas restritivas e as
que não podem comer uma dieta nutritiva. Mulheres grávidas e idosos têm
necessidades nutricionais diferenciadas, e algum multivitamínico pode ser receitado
pelo médico. Ainda que multivitamínicos possam ser importantes para
corrigir desequilíbrios na dieta, vale a pena ter precaução básica ao
tomá-los, especialmente se a pessoa tem alguma condição médica. Mulheres
grávidas devem consultar seu médico antes de tomar qualquer multivitamínico.
Muitas deficiências graves de minerais e vitaminas requerem tratamento médico,
e não podem ser tratadas com multivitamínicos vendidos em balcões de
drogarias. Multivitamínicos podem ser tóxicos se grandes doses de várias
vitaminas e minerais forem ingeridas. Em especial, isso inclui vitamina A,
vitamina D, vitamina B6, ferro e potássio. Além disso, várias condições médicas
e medicamentos podem interagir negativamente com multivitamínicos. Para adultos
normais, que tomam multivitamínicos para fins gerais de saúde, é recomendado
que estes não contenham mais de 100% da dose diária recomendada de cada
ingrediente.
- Óleo de peixe
O óleo de peixe contém ácidos
graxos ômega 3* e é recomendado para uma dieta saudável. É
benéfico ingerir óleo de peixe pelo menos uma vez por semana, mas
deve-se ter cuidado para evitar espécies de peixes que contêm mercúrio tóxico e
outros contaminantes.Alguns especialistas acreditam que ingerir óleo de peixe (em
qualquer forma) ajuda a regular o colesterol no organismo. Isso
por causa dos altos níveis de ômega 3, cujos benefícios incluem não apenas a
redução do colesterol, mas também propriedades anti-inflamatórias e efeitos
positivos na composição corporal. A "American Heart Association" recomenda
o consumo de um grama de óleo de peixe diariamente, preferencialmente
através da alimentação, para pacientes com doença coronária. De
acordo com um estudo de setembro de 2005 da Louisiana State University, óleo de
peixe pode proteger o cérebro de problemas cognitivos associados ao mal de
Alzheimer.
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Sobre o ômega-3 e os tipos de gorduras
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Sobre o ômega-3 e os tipos de gorduras
Gorduras Poli-Insaturadas
Na nutrição, a gordura poli-insaturada é um ácido graxo com mais de uma ligação dupla na sua molécula. As mais "famosas" são Ômega 3 e 6. São encontradas em peixes de água fria, frutos do mar, e em óleo de canola. Todos estes são ricos em Ômega 3. Já os ricos em Ômega 6 são: óleos de girassol e soja e sementes oleaginosas. Esse tipo de gordura ajuda a aumentar as taxas do "colesterol bom", o HDL, e manter baixas as taxas do colesterol ruim, o LDL.
Gorduras Mono-InsaturadasNa nutrição, as gorduras monoinsaturadas são ácidos graxos com uma ligação dupla na molécula.Estão presentes em alimentos como o azeite de oliva, canola, abacate, amendoim e alguns tipos de nozes. Ajuda a reduzir os níveis de colesterol ruim no sangue (LDL-Colesterol), sem reduzir os de HDL-Colesterol. Porém seu consumo em excesso não é recomendável (apesar de saber bem). As gordura monoinsaturadas são estáveis, podem ser aquecidas, além de protegerem as polinsaturadas da oxidação,sendo estas últimas muito oxidáveis. e instáveis.
ÔMEGA-3Os ácidos graxos ômega 3, como o ácido alfa-linolênico, ácido eicosapentaenóico e o ácido docosahexanóico, são ácidos carboxílicos poli-insaturados, em que a dupla ligação está no terceiro carbono a partir da extremidade oposta à carboxila. Muitos deles (e outros ômega 6) são chamados de "essenciais" porque não podem ser sintetizados pelo corpo e devem ser consumidos sob a forma de gorduras. A ingestão do ômega 3 auxilia na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol ruim LDL, enquanto pode favorecer o aumento do colestrol bom HDL. Possui ainda importante papel em alergias e processos inflamatórios, pois são necessários para a formação das prostaglandinas inflamatórias, tromboxanos e leucotrienos. Podemos encontrá-lo nas nozes, castanhas, peixes especialmente de águas frias, rúcula e nos óleos vegetais, como azeite, canola, soja e milho.
Gordura Saturada A gordura saturada é um dos dois tipos de gordura que aparecem nos alimentos. É distinguida da gordura não saturada no sentido em que não há ligação dupla entre os átomos de carbono na sua constituição química, fazendo com que os ácidos gordos fiquem saturados com hidrogênio. Gordura saturada ocorre de forma natural nos animais, enquanto que a gordura não saturada, como o azeite permanece de forma fluída. A gordura saturada é menos propícia a perder as suas propriedades enquanto é preparada.
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Na nutrição, a gordura poli-insaturada é um ácido graxo com mais de uma ligação dupla na sua molécula. As mais "famosas" são Ômega 3 e 6. São encontradas em peixes de água fria, frutos do mar, e em óleo de canola. Todos estes são ricos em Ômega 3. Já os ricos em Ômega 6 são: óleos de girassol e soja e sementes oleaginosas. Esse tipo de gordura ajuda a aumentar as taxas do "colesterol bom", o HDL, e manter baixas as taxas do colesterol ruim, o LDL.
Gorduras Mono-InsaturadasNa nutrição, as gorduras monoinsaturadas são ácidos graxos com uma ligação dupla na molécula.Estão presentes em alimentos como o azeite de oliva, canola, abacate, amendoim e alguns tipos de nozes. Ajuda a reduzir os níveis de colesterol ruim no sangue (LDL-Colesterol), sem reduzir os de HDL-Colesterol. Porém seu consumo em excesso não é recomendável (apesar de saber bem). As gordura monoinsaturadas são estáveis, podem ser aquecidas, além de protegerem as polinsaturadas da oxidação,sendo estas últimas muito oxidáveis. e instáveis.
ÔMEGA-3Os ácidos graxos ômega 3, como o ácido alfa-linolênico, ácido eicosapentaenóico e o ácido docosahexanóico, são ácidos carboxílicos poli-insaturados, em que a dupla ligação está no terceiro carbono a partir da extremidade oposta à carboxila. Muitos deles (e outros ômega 6) são chamados de "essenciais" porque não podem ser sintetizados pelo corpo e devem ser consumidos sob a forma de gorduras. A ingestão do ômega 3 auxilia na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol ruim LDL, enquanto pode favorecer o aumento do colestrol bom HDL. Possui ainda importante papel em alergias e processos inflamatórios, pois são necessários para a formação das prostaglandinas inflamatórias, tromboxanos e leucotrienos. Podemos encontrá-lo nas nozes, castanhas, peixes especialmente de águas frias, rúcula e nos óleos vegetais, como azeite, canola, soja e milho.
Gordura Saturada A gordura saturada é um dos dois tipos de gordura que aparecem nos alimentos. É distinguida da gordura não saturada no sentido em que não há ligação dupla entre os átomos de carbono na sua constituição química, fazendo com que os ácidos gordos fiquem saturados com hidrogênio. Gordura saturada ocorre de forma natural nos animais, enquanto que a gordura não saturada, como o azeite permanece de forma fluída. A gordura saturada é menos propícia a perder as suas propriedades enquanto é preparada.
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- Própolis
Própolis é elaborada pelas
abelhas a partir de resinas de broto e outras partes do tecido vegetal
misturando suas enzimas salivares, cera, pólen e materiais inorgânicos.
De um modo geral, a própolis é constituída de 55% de resinas e bálsamos, 30% de
cera, 10% de compostos voláteis e 5% de pólen e outros compostos inorgânicos. A
própolis é usada há milhares de anos pelos antigos povos humanos para o
tratamento de doenças infecciosas. Apesar do uso ancestral da própolis,
somente nas últimas décadas foram intensificados os estudos de suas
propriedades. Vários ensaios biológicos destacam as propriedade da própolis
como antiinflamatória, bactericida, fungicida, hepatoprotetora,
cicatrizante, antiúlcera, anti-cárie e anestésica. A composição
química da própolis varia bastante de região para região. A própolis européia
tem como principais componentes flavonóides (antioxidantes), ácido benzóico e
seus ésteres, os ácidos e ésteres fenólicos substituídos, carboidratos, ácidos
graxos e terpenos. Já a própolis brasileira é constituída principalmente de
ácidos fenólicos prenilados, lignanas, terpenos e álcoois terpênicos e pequenas
quantidades de flavonóides.
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